Conjuntivite Alérgica

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Estou com conjuntivite alérgica e agora?

Conjuntivite AlérgicaA Conjuntivite Alérgica pode até ter esse nome comprido e difícil de escrever. Porém, é preciso ter calma e paciência ao contrair a doença. Há quem diga que a reação pode ser perigosa, mas o fato é que o tratamento é simples e que tudo passa depois de alguns dias de sossego e cuidados. Quando você menos esperar, vai acordar saudável e sem irritação.

Mas como começa uma conjuntivite alérgica?

Não passar as mãos nos olhosDe repente você acorda, se olha no espelho e lá está a surpresa te cumprimentando. Teu olho está pequeno, é difícil enxergar com nitidez e, muitas vezes, há tanta excreção que ele permanece fechado. A conjuntivite alérgica não escolhe hora para aparecer e muito menos para ir embora. O tempo em que a doença permanece é relativo diante do sistema imunológico de cada pessoa.

No primeiro e segundo dia os sintomas são mais acentuados. Entretanto, dias depois a sensação de vermelhidão continua presente. Há quatro formas de conjuntivite alérgica: Sazonal, geralmente associada à rinite ou asma, que é a mais comum; Ceratoconjuntivite atópica, que é associada à dermatite atópica; Conjuntivite primaveril e Conjuntivite papilar gigante, associada comumente ao uso de lentes de contato.

Principais sintomas da conjuntivite alérgica 

  • Coceira nos olhos
  • Vermelhidão nos olhos
  • Inchaço na pálpebra
  • Lacrimejamento
  • Intolerância à luz
  • Queimação
  • Crostas (remelas secas)
  • Secreção aquosa

Como eu peguei conjuntivite alérgica?

Criança é quem mais sofre com a conjuntivite alérgicaDiferente de outros tipos, a conjuntivite alérgica não é contagiosa. Portanto, se você é diagnosticado com ela, pode continuar mantendo contato com as pessoas. No caso da conjuntivite viral e bacteriana, os cuidados são redobrados por conta do risco de contágio. Parece bem melhor, não é mesmo? Porém, é importante salientar que, embora isso, a conjuntivite alérgica sempre atinge os dois olhos, diferente das outras que, às vezes, acometem apenas um.

Embora existam diferentes tipos, a conjuntivite alérgica é uma das doenças oculares mais comuns no Brasil. Tanto crianças quanto adultos e idosos podem contrair a inflamação. Para evitar e tratar, é necessário tomar algumas atitudes como: Evitar o acúmulo de pó, em cortinas, carpetes e bichos de pelúcia; Varrer a casa com auxílio de pano úmido, para não levantar a poeira, entre outras medidas preventivas; Não coçar o olho; Fazer compressas; Evitar lugares úmidos e travesseiros e cobertores para que não haja contato com a lã.

Comum na infância, estima-se que cerca de 20% das crianças brasileiras entre 6 e 7 anos apresentam sintomas de conjuntivite alérgica. Para aliviar a sensação é recomendado o uso de colírios. Evite colocar as mãos sobre os olhos e não fique exposta ao vento ou ao sol muito forte. Embora simples, a conjuntivite alérgica deve ser tratada com atenção para que os sintomas não se tornem tão desgastantes.

Aprenda a diferenciar

Solicite ao médico um colírio adequado

Conjuntivite viral: Acompanhada de febre e dor de garganta, ela pode se confundir com um resfriado. Porém, a inflamação ocular é visível, tornando facilmente identificável. Além disso, é extremamente contagiosa, sendo transmitida através de mãos contaminadas por secreções oculares. Ou seja: se você secar seu rosto em uma toalha, a próxima pessoa a usar, provavelmente, também vai contrair a doença.

Conjuntivite bacteriana: Menos comum do que conjuntivite viral e conjuntivite alérgica, essa inflamação é causada por uma dessas cinco bactérias: Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis ou Pseudomonas aeruginosa. A semelhança com a viral se dá pela forma de contágio e a diferença é que, para tratar, é necessário o uso de antibiótico junto com o colírio.

Conjuntivite alérgica: Como já foi dito, a conjuntivite alérgica não se contrai de alguém. Ela é adquirida através do ar ou da alergia a algum produto. Com muita presença de espirros, coceira e coriza, ela se assemelha à rinite.

Está com algum sintoma falado no texto? Procure um médico oftalmologista e faça o tratamento correto. E lembre-se: é sempre melhor prevenir do que remediar.

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