Quem constrói os Estados Unidos? Recado para Donald Trump.

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Este vídeo é um recado da DIVERSIDADE que constrói os Estados Unidos, para Donald Trump. 

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. País que, como maior potência do mundo, nunca se negou a afirmar que se tornou o que é pela sua diversidade de povos e cultura, pela sua democracia consolidada, pela liberdade de ir e vir, por sua estrutura de poder completamente harmônica e pela tolerância.

Este último, apesar da história não muito favorável, por conta do racismo e do surgimento de grupos que existem até hoje, como a Ku Klux Klan, deu um sinal de maturidade, entregando dois mandatos a um presidente negro.

Barack Obama, cuja gestão, além de disseminar a igualdade, tanto no país como fora dele, inclusive ganhando o Prêmio Nobel da Paz, não teve um cisco de corrupção e muito menos de rompantes desmedidos e irracionais, típicos de ditadores e déspotas, com seus devidos registros na história moderna.

A questão é que este mesmo povo, o americano, entrega o comando do seu país a Donald Trump, um patético apresentador de reality show, que sonegou bilhões de dólares em impostos, tratou e ainda deve tratar as mulheres como “coisa” e se não bastante a sua postura arrogante, ditatorial, alastra a discórdia mundo a fora, sabotando e minando séculos de entendimentos entre povos com divergências religiosas, culturais, entre outras, haja vista o exemplo de palestinos e judeus, somente para citar um deles.

Este vídeo é uma manifestação clara, combativa, representativa e incontestavelmente legítima, para demostrar quem de fato construiu e ainda constrói os Estados Unidos da América, a maior potência econômica e bélica do mundo.

Feridas que parecem terem sido cicatrizadas.

Quem construiu os Estados Unidos? Recado para Donald Trump.

Quando o mundo começa a perceber que há algo de muito grandioso nesse país, justamente pela sua diversidade, o próprio povo americano abre o tapete vermelho para um sujeito como Donald Trump, um segregador de carteirinha, fomentando a intolerância religiosa, como se nunca tivesse havido um 11 de setembro de 2001 e que suas feridas abertas foram completamente curadas.

Levados às cordas do ringue da vida, os imigrantes de todo canto do mundo, independentemente de suas crenças, estão prestas a serem jogados à lona, sendo tratados como leprosos no princípio do cristianismo, lançados no limbo.

Como todas as iniciativas dessa natureza, esta atmosfera não deverá perdurar por muito tempo, assim como a história nos indica, mas também não podemos e nem devemos fazer vistas grossas aos estragos irreparáveis que macularam a humanidade para sempre.

 

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